
Conheci Cerzio Moura quando não tinha nem quatorze. Carregava um calibre de cano dezoito e fazia saltar os próprios pés. Duas meninas, mas meninas pequenas, que moravam na cidade, faziam o moleque ficar de quatro. O moleque ficar de quatro não por uma, e não uma mais que a outra, a história era pra ser três. Três não é número de se jogar fora, o jogo de três não tem regra, não tem jogo de três, deixa tudo mais salgado. É... não é pra qualquer um, tem que ter peito pra encarar, um par de seios, no mínimo. Quando dirá meia dúzia, assim, na lata, na vista, que só caolho não vê. Sim, seis peitos, já tinham me contado, mas eu ainda não os cumprimentei. Ele não era tão mais alto que elas, media, mais ou menos, uma cabeça pra cima e batia parelho comigo. Olha, naquela festa só tinha mais umas cinco pessoas, só. Eu entrei, sozinha, dei um “oi” pra eles e óh, m e m a n d e i.
6 comments:
o que foi isso? Não entendi nada?
noves fora zero
meu deus!
a coisa mais linda que eu li esse ano...
obrigado.
sério??
bom, o ano ta curtinho... da p tentar acreditar
sério!
dá pra conseguir acreditar
caraaaalho veio!
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