Anseios... fulo, costuma ter raiva, de ira minha paixão, não gasto cuspe, tasco na porta uma porrada. Podem tentar, fazer de tudo, espernear, não me espanta se tacarem pedra. Um sujeito, pode ser eu mesmo, tentou me agredir. Vá lá, ignora ou não, sei lá. Qualquer sujeito tem que ter um estúpido pra diminuir. crápulas, otários, cavalos, forrados desapontamentos. imundo discriminado. vadiar...
Me espreguiçar. adiar, adiar, adiar. ódio, odiosos, ossos, puro ritmo e tensão. meu músculo rijo de opressão, da máquina. agora sou eu o cavalo. o burro, o tosco da destruição. puro só de bicho, tamanho de um inseto, um impossível e óbvio, infecto já! disso tudo.
Pouco importa, o dia vem, algumas belezas pra se admirar, alguns sorrisos e graças, tantas necessidades, me dê apenas uma e eu me acalmo. Não vejo imagens não, talvez a do maldito ponto cego, que me distrai. tuuudo hermético agora. Uma seca, eu sugo e suo, o calor me faz transpirar, minhas idéias transitam, um ar cheirando a lírio e poluição. Estanco a andar de carro. Pode ser estúpido, me parece um pouco lúdico também, dar voltas por compromissos triviais e tropeçar em disparates.
Me vejo como um viciado que acordado pra tudo que me diz respeito. Eu, useless sim. Totalmente um nada, amebando de vagal!!! Vocês todos!! Graças a deus!

