May 30, 2006


E procede com explanações sobre a motivação do ser humano e de suas conseqüências, lembrando que ao negar a si próprio, ou seja, vender-se por dinheiro ou posição, o homem comete o pecado mortal de se tornar uma coisa, algo heteronômico. E que, se temos opiniões distintas, é preferível lutarmos, e que ambos sejamos mortos, do que entrarmos em um consenso. Uma profunda admiração por mártires, por homens que dediquem todas as suas energias à expressão do que há em si, mesmo que fracasse.



5 comments:

alice said...

bah.
estamos em sintonia.
já leu minha élice hoje?

Anonymous said...

q texto afude!
de quem é? teu?

reive?

Anonymous said...

.
.
hoje...
agora na realidade,
eu tô tri direto (sem frescuras)
acho que os "fracassados" são mestres num sentido especial:
"fracasso" é algo pesado, forte, é importante(tá, eu sei, uma derrota importante, mas ainda sim, importante)
e justamente neste ponto está a maestria - estavam metidos em algo GRANDE, e isso é demais!
palmas pros seus fracassos!

bjo!

°tô sempre por aqui ;)

carilevi said...

huehuh!!
aplaudo em pé quem rasga meus pulsoss
uma mínima de godoh.
e sim o texto é meu, parágrafo retirado de um trabalho pra facult. estou fazendo poucas coisas aqui.. semana que vem virá mais!!!
depois da rave!!

Pedro Lunaris said...

ai, rave, que saudades de vocês assim! caralho!

a gente só muda por coerção. os embates e os inimigos são coisas valorosas. o fracasso é uma importância se a gente não perde tanto quanto ganha - e não há medida econômica nisso, mas sim o que vale a pena - torne seu fracasso grandioso dando um pulo com ele.

há também a questão do desgaste. há de se ter cuidado, isso sim. um fracasso verdadeiro é um porre porque a gente perde mais do que a coisa, mais do que a gente (a coisa-em-nós), a gente perde energia.

o melhor é criar uma forma de respirar, uma harmonia, alguma metodologia de vida e desapego, que não deixe que a gente perca tanto quando fracassa, independente das coisas. que a gente ganhe mais e sorria mais pra além da nossa atuação como pessoas. é engraçado ter passado tanto tempo chorando, afinal. quando a gente sai do drama (do choro ou do riso), somos um pouco mais sóbrios por um tempo.

disserta-se, disserta-se. o bom é que acerta-se de qualquer jeito. olha só a reunião que tem nesse post! vocês vibram o mundo, meus amigos. não há erro profundo com vocês.

vamos esquecer as cidades específicas e morarmos juntos em uma fazenda, praia ou montanha. depois a gente cria jeito de correr pra diferentes urbes sempre que a vontade bater.

nem que seja uma casa pruma semana a cada três meses. minha casa é com vocês.

caralho!