E procede com explanações sobre a motivação do ser humano e de suas conseqüências, lembrando que ao negar a si próprio, ou seja, vender-se por dinheiro ou posição, o homem comete o pecado mortal de se tornar uma coisa, algo heteronômico. E que, se temos opiniões distintas, é preferível lutarmos, e que ambos sejamos mortos, do que entrarmos em um consenso. Uma profunda admiração por mártires, por homens que dediquem todas as suas energias à expressão do que há em si, mesmo que fracasse.
5 comments:
bah.
estamos em sintonia.
já leu minha élice hoje?
q texto afude!
de quem é? teu?
reive?
.
.
hoje...
agora na realidade,
eu tô tri direto (sem frescuras)
acho que os "fracassados" são mestres num sentido especial:
"fracasso" é algo pesado, forte, é importante(tá, eu sei, uma derrota importante, mas ainda sim, importante)
e justamente neste ponto está a maestria - estavam metidos em algo GRANDE, e isso é demais!
palmas pros seus fracassos!
bjo!
°tô sempre por aqui ;)
huehuh!!
aplaudo em pé quem rasga meus pulsoss
uma mínima de godoh.
e sim o texto é meu, parágrafo retirado de um trabalho pra facult. estou fazendo poucas coisas aqui.. semana que vem virá mais!!!
depois da rave!!
ai, rave, que saudades de vocês assim! caralho!
a gente só muda por coerção. os embates e os inimigos são coisas valorosas. o fracasso é uma importância se a gente não perde tanto quanto ganha - e não há medida econômica nisso, mas sim o que vale a pena - torne seu fracasso grandioso dando um pulo com ele.
há também a questão do desgaste. há de se ter cuidado, isso sim. um fracasso verdadeiro é um porre porque a gente perde mais do que a coisa, mais do que a gente (a coisa-em-nós), a gente perde energia.
o melhor é criar uma forma de respirar, uma harmonia, alguma metodologia de vida e desapego, que não deixe que a gente perca tanto quando fracassa, independente das coisas. que a gente ganhe mais e sorria mais pra além da nossa atuação como pessoas. é engraçado ter passado tanto tempo chorando, afinal. quando a gente sai do drama (do choro ou do riso), somos um pouco mais sóbrios por um tempo.
disserta-se, disserta-se. o bom é que acerta-se de qualquer jeito. olha só a reunião que tem nesse post! vocês vibram o mundo, meus amigos. não há erro profundo com vocês.
vamos esquecer as cidades específicas e morarmos juntos em uma fazenda, praia ou montanha. depois a gente cria jeito de correr pra diferentes urbes sempre que a vontade bater.
nem que seja uma casa pruma semana a cada três meses. minha casa é com vocês.
caralho!
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